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  • terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

    Wired: perda para o MP3, ganho para o código aberto

    A notícia de que a Microsoft foi condenada a pagar US$ 1,5bi à Alcatel/Lucent por infração de patentes suas sobre o formato MP3 deixou muitas dúvidas, e a revista Wired se encarregou de responder a algumas delas e levantar possíveis cenários para o futuro próximo.

    Segundo a revista norte-americana, apesar de as patentes do formato MP3 historicamente terem sido negociadas e licenciadas pelo Instituto Fraunhofer, e de a Microsoft (e outras empresas que comercializam produtos com suporte ao formato) terem adquirido esta licença como exigido, existem pelo menos mais duas patentes adicionais sobre o formato MP3 (5341457 e RE39080), e elas pertencem à Alcatel/Lucent. Ironicamente, quem iniciou o processo judicial cuja sentença foi proferida esta semana foi a própria Microsoft, e não a Alcatel/Lucent.

    Ainda há oportunidades de reconsiderar o valor da indenização e mesmo de recorrer da sentença, portanto ainda é cedo para a Alcatel/Lucent assumir uma posição definitiva. Mas caso a decisão seja mantida, a empresa terá base sólida para cobrar licenciamento de todas as empresas que usam o padrão, mesmo que elas já tenham adquirido licenças anteriormente do Instituto Fraunhofer, pois se tratam de patentes diferentes - e vale notar que a quantia que a Microsoft pagou ao instituto pelo licenciamento da tecnologia equivale a 1% do que ela agora foi condenada a pagar à Alcatel. Foi levantada até mesmo a possibilidade de a Alcatel/Lucent processar o instituto diretamente.

    Mais um exemplo das armadilhas que as patentes de software escondem, e também uma oportunidade para os formatos livres de patentes, como o AAC e o Ogg Vorbis. Nenhum dos dois é visto como completamente isento de restrições de licenciamento: segundo a Wired, o AAC não é isento do pagamento de royalties, e o Ogg Vorbis, embora livre e aberto, não conta com nenhum tipo de garantia de que não esteja infringindo patentes de software existentes.

    Mesmo assim, o suporte ao Ogg vem crescendo, e até mesmo a Microsoft o adota - o jogo Halo, na sua versão para PC, é 100% Ogg, e vários jogos para XBox usam este formato também.

    O jogo das patentes de software permite que os participantes mantenham cartas na manga por longos períodos, e que façam afirmações amplas sem se verem obrigados a demonstrá-las a curto prazo, portanto demoraremos a ver um resultado definitivo. Mas a curto prazo, podemos ter uma razoável expectativa de reviravoltas a caminho.

    Saiba mais (wired.com).

    Tutorial: Múltiplos terminais gráficos a partir de uma única CPU

    O UnderLinux apresenta um tutorial que descreve o processo da criação de terminais físicos a partir da mesma CPU, ou seja: um único gabinete e CPU, e múltiplos conjuntos de monitor, teclado e mouse independentes, conectados localmente e não via rede. O tutorial adota o Ubuntu 6.10 Edgy Eft.

    Saiba mais (ivsolutions.eti.br).

    Brasília: Nova turma da pós-graduação em Software Livre

    “Criado no início de 2006, o Curso de Pós-graduação Lato Sensu em Software Livre do Instituto Superior Fátima, em Brasília-DF, está partindo para a sua 3ª turma. As aulas iniciarão em março de 2007. O curso possui 3 semestres letivos. Os professores são profissionais do Governo Federal, todos atuando com o Software Livre. Em um ano, duas turmas foram formadas e as inscrições para a 3ª turma estarão abertas até 16 de março de 2007.

    A turma que será aberta já está com 2/3 das vagas ocupadas. Com isso, já está confirmado o funcionamento do curso no primeiro semestre de 2007.”

    Enviado por Eriberto (eribertoΘeriberto·pro·br) - referência (institutofatima.edu.br).

    Dell anuncia que irá oferecer Linux pré-instalado em várias linhas de produtos

    “A Dell, que recebeu vários pedidos para ter Linux pré-instalado com seus computadores, estará oferecendo mais sistemas com Linux.

    Eles relataram também, sobre o interesse da comunidade em soluções open source, como o Linux e o OpenOffice. Eles estão trabalhando junto com a Novell, para certificar seus produtos para o Linux, incluindo os desktops OptiPlex, notebooks Latitude e as workstations Dell Precision. Isso para garantir uma boa experiência com o Linux para os clientes.”

    Enviado por Renan (renanΘbr-net·org) - referência (br-net.org).

    Análise da versão brasileira do Mandriva Flash

    Recebi há 2 semanas um exemplar da versão nacional do Mandriva Flash, enviada pela Mandriva Conectiva para análise pelo BR-Linux, e posterior sorteio entre os leitores do site (o resultado do sorteio será divulgado na noite desta segunda-feira 26).

    O Mandriva Flash foi lançado no final do ano passado e é basicamente o Mandriva Linux pré-instalado em um pen drive USB de 2GB, de forma que você pode (em condições ideais) simplesmente plugar o Mandriva Flash em uma porta USB de um computador, reiniciar o computador dando boot pela porta USB e usar o Linux normalmente, sem instalar nada no disco rígido do micro e gravando no próprio Mandriva Flash (que vem com cerca de 1GB livres) os seus arquivos, preferências e configurações.

    Como ele tem boa qualidade em suas rotinas de reconhecimento de hardware durante o boot, você pode - ao menos teoricamente - "pular" de micro em micro tendo acesso sempre ao mesmo sistema, ambiente e dados, todos carregados a partir do próprio Mandriva Flash.

    Mas as condições ideais não estão sempre presentes. Para começar, muitos micros não têm suporte a boot diretamente pelas portas USB, e mesmo os que dispõem deste recurso freqüentemente exigem alterações na configuração da BIOS - algo que você nem sempre tem permissão para fazer em computadores alheios. Uma solução alternativa é usar a pequena imagem ISO de um CD de boot, que vem gravada no próprio Mandriva Flash, para gerar um CD de boot capaz de iniciar o Mandriva Flash até mesmo em máquinas sem nenhum suporte a boot via USB. E se você pretende mesmo pular de micro em micro, já vá treinando sua lábia para convencer o operador da biblioteca, do cyber café ou da rede universitária que ele não precisa se preocupar com os seus reboots, e pode liberar os boots via CD e USB no micro que você pretende usar.

    Mesmo com todos os desafios, o Mandriva Flash tem seu nicho e sua utilidade. Veja abaixo a análise completa.

    Boot e inicialização

    Onde as condições ideais estão presentes, entretanto, a inicialização do sistema funciona bem. Testei em um 2 notebooks (um Thinkpad T60 e um HP Pavilion DV4000) com sucesso completo, e em uma estação de trabalho HP que exigiu a inserção do CD de boot, apesar de sua BIOS dispor da opção de boot via USB. Nos 3 casos, só foi possível dar boot após remover outros periféricos USB (mouse, teclado, drive externo). Após o boot eles puderam ser usados sem problemas.

    No primeiro boot o sistema faz uma série de questionamentos: idioma do ambiente, fuso horário, tipo de teclado. se deve conectar em rede, nome do usuário para o qual se deve criar uma conta (obrigatória), senha para o root, etc. Estas perguntas, cujas respostas não podem ser obtidas automaticamente, ocorrem apenas na primeira inicialização, e alterações posteriores já podem ser feitas diretamente pelo centro de controle da Mandriva, no ambiente instalado. Testei um teclado US internacional (sem a tecla da cedilha) e funcionou perfeitamente com a acentuação em português.

    Segundo a documentação, o sistema exige no mínimo 256MB de RAM (512 recomendados), placa de vídeo NVidia, ATI ou Intel i8xx ou i9xx, e placa de som AC97 ou compatível com Sound Blaster. Nos 3 equipamentos em que testei, o som, o vídeo e o suporte básico a periféricos funcionou sem soluços. O driver de vídeo com aceleração foi ativado automaticamente, e os efeitos 3D da interface (desktop "cubo", janelas flexíveis ao se movimentar, etc.) estavam disponíveis sem nenhuma configuração adicional.

    Usei impressoras laser conectadas via USB em 2 dos micros de teste, e ambas foram reconhecidas e configuradas automaticamente, após me solicitar confirmação. Imprimi algumas páginas de teste sem problemas, nem sustos.

    O software incluído

    O Mandriva Flash vem com o kernel 2.6.17 (mais uma série de drivers proprietários disponíveis em outros produtos da Mandriva, para vídeo, wireless e modems, entre outros), KDE 3.5.4, Firefox 1.5.0.6 (mais Flash e RealPlayer), OpenOffice.org 2.0.3. Apesar de incluir componentes proprietários no nível do software básico, o Mandriva Flash não traz consigo alguns aplicativos proprietários que vêm em outros produtos da Mandriva, como o LinDVD, JVM, Skype, Adobe Reader.

    Há uma boa seleção de softwares pré-instalados, suficiente para tarefas comuns como editar textos e planilhas, visualizar e retocar imagens, ouvir músicas nos formatos mais comuns (inclusive MP3), navegar na web e ler e-mails, entre outras.

    O Centro de Controle Mandriva é o mesmo disponível em outras edições da distribuição, e permite configurar os mais variados itens de hardware e software. Usei para algumas tarefas corriqueiras, como a seleção de uma rede sem fio ou a inclusão de um novo usuário, sem percalços.

    Organização do "disco"

    O pen drive de 2GB vem dividido em 2 partições, ambas FAT, de forma que podem ser vistas e manipuladas até mesmo em computadores com Windows - o que é parte dos objetivos do sistema. A partição "Share" tem 750MB e pode ser usada livremente para gravar e transportar arquivos, podendo ser lidos sem problemas também em micros que não estejam rodando o Mandriva Flash.

    A outra partição ocupa o restante dos 2GB do pen drive, e traz um arquivo contendo a distribuição como um todo (pouco mais de 700MB, comprimido, read-only) e um loopback de 400MB que contém as modificações do sistema e os diretórios dos usuários.

    Como a imagem do disco do sistema operacional é read-only, eventuais alterações, atualizações e instalação de novos pacotes ocupam o espaço limitado do loopback de 400MB, portanto cada adição ou atualização de software deve ser considerada com cautela. Ainda assim, as ferramentas de atualização e instalação de pacotes do Centro de Controle Mandriva funcionam sem problemas, incluindo o MandrivaUpdate - que dispõe de grande volume de atualizações para os pacotes do Mandriva Flash.

    Descrição do hardware

    Recebi o Mandriva Flash para testes em uma pequena embalagem de feltro azul, contendo o pen drive em si, um cordão para prendê-lo no pescoço, e um folheto com os termos de uso, suporte e garantia. A versão brasileira do produto tem 90 dias de garantia para o aparelho, 1 mês de permissão de uso do Mandriva Club (categoria prata) e 1 mês de suporte via web com escopo limitado (reconhecimento de hardware, processo de boot, uso de aplicativos, etc.)

    A versão brasileira do Mandriva Flash vem instalada em um pen drive da Dane-Elec, modelo zMate Pen 2GB, e acompanhada de uma medalhinha de alumínio, de 20 x 5mm, com a logomarca e o nome Mandriva gravados.

    Por ser baseada no pen drive zMate, a versão brasileira do Mandriva Flash tem uma desvantagem séria em relação ao modelo europeu (que também usa pen drives Dane-Elec, mas de outro modelo): trata-se de um pen drive um pouco mais volumoso, e assim pode tornar impossível usar a porta USB vizinha àquela em que estiver conectado. Isto aconteceu nos meus 3 micros de teste, e pode ser facilmente resolvido com um cabo extensor USB - ou usando outra porta USB, quando o micro tem em número suficiente. No caso do Thinkpad T60, que tem apenas 3, tive que desconectar o mouse externo quando fui testar o HD USB externo.

    Uso do sistema

    O Mandriva Flash busca ser o software de uma estação de trabalho básica portátil, e agregar alguns recursos de eye candy como as janelas flexíveis ou o desktop em cubo 3D. Testei o ambiente tendo em mente este uso específico, mesmo porque não seria simples transformá-lo em uma ferramenta de segurança, um ambiente de desenvolvimento ou uma estação multimídia.

    Acessei o correio eletrônico (via webmail e também com o kmail, incluso), enviei e recebi anexos, abri arquivos do Word e do Excel no OpenOffice em português, naveguei na Internet, visualizei e editei imagens que baixei da câmera digital, conversei com amigos usuários de ICQ, Jabber e MSN, assisti a vídeos no YouTube, tudo sem problemas nem dificuldades adicionais de configuração - o ambiente de trabalho básico está bem polido.

    Um detalhe que me chamou a atenção, por se tratar de uma demanda comum e aparentemente simples de resolver, é que devido à ausência da JVM, não foi possível acessar os serviços de home banking dos bancos a que tenho acesso, usando a configuração default do Mandriva Flash.

    No que diz respeito a multimídia, os resultados são parciais. O sistema vem com CODEC do formato MP3 pré-instalado e configurado, o que permite ouvir músicas neste formato de forma simples (não é necessário configurar nem ativar nada). Mas quando se trata de vídeos, a coisa muda de figura, e temos resultados bem parciais, devido à questão de formatos proprietários (e aparentemente não especificamente à questão das patentes de software, já que o MP3 está suportado).

    Veja os testes realizados, em ordem crescente de sucesso obtido:

    • Vídeo em formato WMV, "machine plier" - confecção norte-americana ensina como construir uma máquina de dobrar camisas perfeitamente, usando apenas uma caixa de papelão e fita adesiva. O Mandriva Flash só conseguiu reproduzir o áudio.
    • Vídeo em formato WMV, "harlem globetrotters" - Melhores momentos do time de basquete-arte. O Mandriva Flash só conseguiu reproduzir o áudio.
    • DVD comercial "X Files Season 4 disc 6": O Mandriva Flash reproduziu com sucesso as 2 trilhas iniciais (letreiros em espanhol e português alertando contra a exibição comercial), e não exibiu áudio nem vídeo das demais trilhas (menus, episódios).
    • Vídeo MPEG1+MP2 "Gotta have more cowbell" - Sketch do Saturday Night Live com Christopher Walken no papel de Bruce Dickinson, simulando uma sessão de gravação com o Blue Öyster Cult. Áudio e vídeo reproduzidos com sucesso, com presença persistente de matriz quadriculada de pontos em toda a tela, reduzindo a qualidade gráfica.
    • Vídeo XVID+MP3 "Lindsay Lohan as Hermione Granger" - sketch do Saturday Night Live em que Harry Potter tem dificuldades de se concentrar devido a 2 bons motivos que Hermione (representada por Lindsay Lohan, em 2004) trouxe na volta das férias de verão. Áudio e vídeo reproduzidos com sucesso, com presença persistente de matriz quadriculada de pontos em toda a tela, reduzindo a qualidade gráfica.

    Usei as configurações default dos aplicativos, mas no caso dos vídeos quadriculados tentei também com opções diferenciadas, sem sucesso.

    Conclusões

    Usar o pen drive como se fosse um filesystem comum, gravando os arquivos do sistema diretamente nele, não é uma solução otimizada. Mas gravar nele o sistema operacional como um grande blob que não pode ser alterado é um fator limitador para usuários avançados, reduzindo em muito a flexibilidade do sistema e também a própria possibilidade de atualizá-lo.

    Ainda assim, mesmo considerando a restrição acima, o sistema operacional gravado em um pen drive tem muito mais flexibilidade do que o seu substituto mais próximo, que é o Live CD.

    Considerando exclusivamente as funcionalidades para as quais foi planejado, o Mandriva Flash provê uma estação de trabalho suficiente para muitos usos, com aplicativos de escritório, navegador, correio eletrônico, IM, reprodutor de áudio e mais.

    As dificuldades para inicializar o sistema em alguns ambientes são um ponto fraco, mas cuja solução é prevista, conhecida e mencionada na documentação. Não incluir o software necessário para permitir o uso da maioria dos home bankings, entretanto, acaba sendo uma restrição muito mais séria ao usuário tido como alvo da oferta - inclusive ao contrastar com a presença de diversos outros softwares proprietários (Flash, RealPlayer, drivers variados) no produto.

    Para os que buscam a possibilidade de um ambiente de trabalho que pode ser levado de micro em micro, vale a pena verificar o Mandriva Flash. E para quem gosta de exibir as vantagens do ambiente gráfico 3D do Linux e deixar impressionados os colegas, esta sem dúvida é uma das melhores opções em termos de efeito!

    Referência:

    Para mais detalhes sobre o Mandriva Flash, documentação, preços e outros, visite o site do produto.

    Sistema de coleta de dados em código aberto recebe financiamento do Juro Zero

    “A empresa Directa Automação, de Santa Catarina, teve aprovado no programa Juro Zero, do Ministério da Ciência e Tecnologia, um projeto para desenvolvimento de sistemas operacionais de coletores de dados em código aberto. No mercado há 19 anos, a Directa desenvolve soluções integradas de hardware e software voltadas para a gestão dos processos em chão de fábrica, como coleta de dados, análise e controle. Com os recursos recebidos a empresa também irá desenvolver famílias de coletores de baixo custo destinados a novos mercados.

    O uso do software livre nas soluções tem como objetivo permitir que integradores e usuários apliquem o sistema para coleta de dados como software padrão em redes industriais. O Sistema proposto será desenvolvido em plataforma de domínio público, com opções livres de licenciamento para que seja possível o ingresso facilitado de novos colaboradores.

    Será criada uma comunidade na internet para o desenvolvimento contínuo e a manutenção deste sistema de coleta de dados. "Definiremos as melhores ferramentas de desenvolvimento e caberá à própria comunidade de desenvolvedores aprimorar o software e adequar à realidade de cada indústria", explica Alexandre Back, diretor da Directa Automação.

    Essa estratégia de desenvolvimento tem por objetivo diversificar o posicionamento comercial da Directa. “Poderemos atender um mercado mais amplo, criando maior possibilidade de parceria com empresas integradoras de sistema e mudando o perfil de potencial concorrente para parceiro”, destaca Back.

    As empresas catarinenses têm se destacado no programa Juro Zero, que está sendo executado, além de Santa Catarina, em outros quatro Estados. Os catarinenses já respondem por cerca de um terço das aprovações de todo país, com oito empresas selecionadas: Specto, Agriness, Intech, Contronics, Weightech, Ilog e, na última semana, BRy Tecnologia e Directa Automação. Já foram liberados aproximadamente R$ 4 milhões em recursos do Ministério da Ciência e Tecnologia para desenvolver produtos e serviços inovadores. A FINEP oferece condições favoráveis para as empresas investirem em inovação, como parcelamento em cem vezes, correção pelo IPCA e dispensa de apresentação de bens como garantia. Em Santa Catarina o programa é executado pela Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e pela SC Parcerias.”

    Enviado por Adriane Pereira (imprensaΘitres·com·br) - referência (directa.com.br).

    Breve análise do XFCE 4.4

    “Fiz uma breve análise do XFCE 4.4 que compartilho com os amigos leitores. Fiquei muito surpreso com essa nova versão do XFCE, eu estava esperando um release de correções, mas encontrei um desktop muito próximo GNOME/KDE.”

    Enviado por hamacker (sirhamacker·tireissoΘgmail·com) - referência (hamacker.wordpress.com).